Disseste-me amo-te, como nunca ouvi
Um amo-te antigo cheio de eternidade
Um amo-te para além de nós.
És feito de esperança no Amor
Não no amor mitigado, fantasioso, angustiado
Não no amor maltratado pelo quotidiano e pelo resto.
Somos o Amor real
fora do tempo e do espaço
antes do tempo e no espaço ocupado.
Somos clandestinos do Amor
Somos marginais da Esperança
Não para nós, mas para cada um.
Amo-te como me disseste que me amavas
E fiquei prostrada perante esse Amor
Que julgava só possível em mim.
Perdi as palavras e as forças
Caí na cama, não para morrer de amor
Mas para aprender a viver com o teu.
Sabia que vias em mim a menina feliz
Amada
Sabia que me fazias feliz
Amando-me.
Não imaginava quanto o teu Amor
É profundo e infinito.
A close friend says that I'm good on reading people's core and I'm a Renaissance woman... She is the reason behind the blog's name. As she is behind many things in my life too, namely writing. From my posts I do hope you will find out if she is right or not. I intend to post here through words and images about aesthetics, relationships, ethics, psychology, environment, literature, politics, art, and more.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
"Um Amor Feliz" - Exposição de Fotografia na Galeria Maria Lucília Cruz, em Lisboa
De 10 de Fevereiro a 4 de Março de 2011
Galeria Maria Lucília Cruz
Galeria Maria Lucília Cruz
Rua das Salgadeiras nº 22, Bairro Alto, Lisboa
Inauguração dia 10 às 18h30.
Um Amor Feliz mostra mais um trabalho fotográfico de Mafalda Mimoso onde a Natureza assume novamente um papel relevante. Desta feita o amor pela natureza, faz com que esta se torne o local de encontro de outros Amantes que também são seus. Entre a terra e a água, na palha ou na outra margem do rio, longe ou perto, há entre todos - Homem e Natureza - uma ligação determinante. É nesse amor entre todos, ou na luta por esse amor, que todos desenham o seu frágil destino.
"Por ser o amor em si mesmo um absoluto (ou tender para ele) e por em si mesmo constituir uma liberdade (ou a ela aspirar), nada de mais nocivo nem até de mais oposto à sua essência, à sua existência, à sua vivência que a ilusão de uma liberdade absoluta. [...] Segundo efectivamente me parece, no relativo da liberdade que usufrui e no contingente do absoluto que se lhe permite é que justamente o amor se constrói (ou tenta construir-se) quer como absoluto quer como liberdade: esta é a grandeza do seu designío, esta é a precaridade do seu destino.[...]" David Mourão Ferreira, Terraço Aberto, Ed. Círculo de Leitores, 1992.
"O que há de oposto à liberdade é o cliché" George Steiner, Night Words, 1965.
"Integração na cama ou já no cosmo?
Onde termina o quarto e chega aos astros?"
Carlos Drummond de Andrade
Mafalda Mimoso continua a mostrar-nos que tanto a natureza selvagem como a humana assumem-se como uma forte temática no seu trabalho, e que se mantém confiante no Amor do Homem pela Natureza e pelos seus semelhantes.
Horário:
Quarta a Sexta – 17h30-19h30
Sábado: 15h-19h30
"Por ser o amor em si mesmo um absoluto (ou tender para ele) e por em si mesmo constituir uma liberdade (ou a ela aspirar), nada de mais nocivo nem até de mais oposto à sua essência, à sua existência, à sua vivência que a ilusão de uma liberdade absoluta. [...] Segundo efectivamente me parece, no relativo da liberdade que usufrui e no contingente do absoluto que se lhe permite é que justamente o amor se constrói (ou tenta construir-se) quer como absoluto quer como liberdade: esta é a grandeza do seu designío, esta é a precaridade do seu destino.[...]" David Mourão Ferreira, Terraço Aberto, Ed. Círculo de Leitores, 1992.
"O que há de oposto à liberdade é o cliché" George Steiner, Night Words, 1965.
"Integração na cama ou já no cosmo?
Onde termina o quarto e chega aos astros?"
Carlos Drummond de Andrade
Mafalda Mimoso continua a mostrar-nos que tanto a natureza selvagem como a humana assumem-se como uma forte temática no seu trabalho, e que se mantém confiante no Amor do Homem pela Natureza e pelos seus semelhantes.
Horário:
Quarta a Sexta – 17h30-19h30
Sábado: 15h-19h30
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Mãos
As mãos são muito bonitas.
Conheço umas assim, espero por elas.
Renascerão... como tudo em mim.
A propósito do seguinte post no Facebook e respectiva foto ilustrativa do mesmo:
Conheço umas assim, espero por elas.
Renascerão... como tudo em mim.
A propósito do seguinte post no Facebook e respectiva foto ilustrativa do mesmo:
"(...) nunca devemos amar em silêncio, nada é mais perigoso do que dividir com outrém os pensamentos vi...vidos em silêncio. Um amor feliz precisa de turbilhão das palavras, das frases aparentemente inúteis e sem sentido, precisa de adjectivos, de elogios, do ruído das banalidades. Não há felicidade que seja tantas vezes fútil,tantas vezes inútil."
Miguel Sousa Tavares, in "Não te deixarei morrer, David Crockett"
Miguel Sousa Tavares, in "Não te deixarei morrer, David Crockett"
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
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